O Último Adeus de Fellini - Ao vivo em Brasília 1998

Esta semana, o selo Quadrado Mágico lançou um registro em vídeo inédito: o último show da cultuada banda punk Fellini na capital do país, em 1998. O Último Adeus de Fellini capta um dos melhores momentos do grupo paulista, conhecido por sua sonoridade pós-punk de tonalidades melancólicas e irônicas e suas apresentações elétricas.

Fellini - Foto: divulgação


20 anos depois, registro ao vivo mostra banda Fellini em ação   

Em 1998, a banda de rock Fellini, ícone do pós punk nacional oitentista, se reuniu para uma mini turnê nacional. O grupo paulistano, que durante as apresentações contou com Cadão Volpato, Thomas Pappon, Tancred Pappon, Jair Marcos e Reka Ortega, fez então shows em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

Da apresentação candanga, realizada na Caixa Cultural, saiu um registro em vídeo, O último adeus de Fellini, que agora, vinte anos após sua realização, pode ser apreciado por parceiros e fãs: assista aqui.

O material é inédito também para o Fellini, que “até então não tinha bons registros ao vivo”, nas palavras de Wilton Rossi, responsável à época pela produção do show de Brasília. “Esse é um raro momento bem registrado do grupo”, ele completa.

O último adeus de Fellini representa a chance de ver a banda em ótima forma, fazendo um show com muito prazer e se divertindo no palco - contrapondo o som melancólico característico do grupo, cuja uma das principais influências vinha da banda pós-punk inglesa Joy Division.

O show ficou guardado em fitas VHS e Super VHS por todos esses anos e só no início de 2018 foi que o material teve sua edição e digitalização realizadas, sob os cuidados de Rossi.

Disponível online e na íntegra pelo canal oficial do selo candango Quadrado Mágico no YouTube, O último adeus de Fellini é um presente para todos aqueles que já se sentiram tocados pela obra da cultuada banda.

“Um dos objetivos de nosso trabalho é preservar a memória do que está sendo feito e do que já aconteceu no cenário indie”, explica Miguel Galvão, um dos fundadores do selo. “O Fellini é um projeto no qual a gente se identifica há tempo e que respeitamos bastante. O grupo traz um potencial de inspiração para gerações futuras, seja pela qualidade musical, poesia ou dinâmica de atuação. Esse registro é uma forma da meninada encontrar de maneira fácil e acessível boas referências artísticas”, reflete o produtor.




Veja também:

Thomas Pappon (músico / jornalista) - Entrevista "Do Pós-punk de São Paulo ao Eurosamba em Londres"

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