.Alceu Valença "Estação da Luz"


RCA, 1985

Por Alceu Valença:

Música é timbre. O timbre deste disco remete diretamente a meu primeiro álbum, “Molhado de Suor”. Tem músicas como “Sino de ouro”, “Olinda”, “Chuva de Cajus”, “Estação da Luz” e um frevo de J. Michilles, “Bom demais”, até hoje um dos meus grandes sucessos carnavalescos. Este meu primeiro trabalho pela RCA tem produção de Paulo Rafael e é totalmente dedicado a Olinda, meu habitat. Jorge Amado comoveu-se com o disco e fez o release de imprensa.


Ficha Técnica:
Direção de produção: Guti
Produzido por: Paulo Rafael
Coordernação de produção: Wellington Luiz
Assistência artística: Rubem Valença
Assistência de produção musical: Vavá Furquim
Assitência de produção executiva: Christina Ponce de León
Técnicos de gravação: Jodé Luis, Flavio Senna Mixagem: Flavio Senna, Paulo Rafael
Auxiliares: Mauro Moraes, Liu, Magro
Arranjos: Alceu Valença, Paulo Rafael
Arranjos e regências de cordas e sopros: Maestro Duda
Arregimentação: Gilberto D’Ávila
Capa: W. Virgolino
Fotos: Walter Ferreira
Idealização do projeto gráfico: Alceu Valença Realização: Roberto Lucio
Adaptação para CD: Claudia Bandeira
Gravado nos estúdios da RCA, Rio de Janeiro, em agosto e setembro de 1985. Mixado em setembro de 1985


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Virginie (Metrô) - Entrevista #1 no Vitrola Verde

Virginie e Cesar Gavin
Programa Vitrola Verde
Direção, apresentação, roteiro, pauta e edição: Cesar Gavin
Trilha de abertura: "Rock" (Mario Fabre)

Convidada: Virginie Boutaud (cantora, atriz e modelo), integrante da banda Metrô.


#1 "No Beat Acelerado, Tudo Pode Mudar" 



Veja também:




Metrô - 30 anos "álbum Olhar" ao vivo em São Paulo












Virginie (Metrô) - Entrevista #2 "As voltas do mundo"
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Gangrena Gasosa ao vivo (2017)

Gangrena Gasosa - Foto: Leandro Almeida

Formada no Rio de Janeiro, início da década de 90, as entidades da Gangrena Gasosa cruzam elementos da cultura afro-brasileira na sua música incorporando uma mistura de metal com hardcore regado a pontos de Candomblé.

Show no Sesc Pompéia (São Paulo / SP) em 19/05/2017


Fotos por Leandro Almeida


Show - Gangrena Gasosa - SESC Pompeia - 19-05-2017


Imagens: William Rolim


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Barão Vermelho ao vivo em São Paulo (2017)

Barão Vermelho - Foto: Cesar Gavin

Show em 01/07/2017 no Tom Brasil (São Paulo - SP)

Barão Vermelho é:
Guto Goffi (bateria)
Rodrigo Santos (baixo e vocal)
Rodrigo Suricato (guitarra, violão e voz)
Maurício Barros (teclados e vocal)
Fernando Magalhães (guitarra)


Fotos por Cesar Gavin


Filmado e editado por Cesar Gavin 
Imagens: Vitrola Verde

"Bete Balanço"




"Ponto Fraco"



"Pense e Dance"




Veja também:



Entrevista com o tecladista Maurício Barros 

Entrevista com o baixista Rodrigo Santos









Artistas homenageiam o Barão Vermelho







Entrevista com o baterista Guto Goffi
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Busic ao vivo no Sesc Belenzinho (2017)

Busic - Foto: Washington Santos

Busic ao vivo no Sesc Belenzinho (São Paulo / SP)
Participação de Clemente (Inocentes e Plebe Rude) e Pompeu (Korzus)
Data: 14/07/2017

Fotos e imagens por Washington Santos

Busic:
 Andria Busic: voz, baixo
Ivan Busic: bateria, voz, percussão e gaita
Thiago Melo: buitarra
Zeca Salgueiro: guitarra base, violão e backings






Playlist

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Gueto divulga faixa inédita (2017)

Gueto - Foto: Marcelo Garcia

A mesma "dor", mesma história!

G.U.E.T.O. - O ensaio é geral! E nesse "balaio de gato", com "respeito" e em"estação primeira", o grupo paulistano Gueto, que se destacou nos anos 80 com o suingue forte e a mistura de Funk-Rock-Rap-Metal, divulga novo single, gravado em 2016. Com a "mesma dor"! Você sabe bem...

Será um volta? Aguardemos a "borboleta psicodélica"!

Confira!





Gueto:
Marcio Hermes (guitarras)
Marcos Thomé (baixo)
Júlio César (vocais)
Edson X (bateria)

Pré-produção
Gravado por Hans Zeh na Ritmika Áudio Arts
Mixado por Edson X
Fotos do video: Marcelo Garcia


Assista também:
 "Borboleta Psicódelica" em 2014 no Sesc Belenzinho
Imagens: Bolívia e Cátia Rock

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Golpe de Estado ao vivo (2017)

Golpe de Estado - Foto: Cesar Gavin

Filmado e editado por Cesar Gavin
Fotos: Cesar Gavin
Imagens: Vitrola Verde
Show em 16/07/2017 - Centro Cultura da Juventude (São Paulo / SP)
Agradecimento: Michel Camporeze Téer

Formação:
João Luiz (voz)
Marcello Schevano (guitarra)
Nelson Brito (baixo)
Roby Pontes (bateria)
Mateus Schanoski (teclados)


Golpe de Estado


Playlist

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Paulão de Carvalho (Velhas Virgens) - Entrevista #2 "30 anos de Velhas Virgens, o CD / DVD"

Paulão de Carvalho - Foto: acervo do artista
Programa Vitrola Verde
Reportagem, pauta e edição por Cesar Gavin.

Convidado: Paulão de Carvalho, cantor e compositor da banda Velhas Virgens e atual integrante do Magazine.

"30 anos de Velhas Virgens, o CD / DVD" 



DVD e CD - Velhas Virgens 30 anos - Ao Vivo no Love Story em outubro de 2016, comemorando os 30 anos de banda.
Lançamento: Gabaju, 2017

Produção geral: Júlio Quattrucci Júnior e Carol Pozzani
Direção e produção Daniel Ferro
Gravado por Tico e Paulo Anhaia na Unidade móvel Na Cena Estúdios.
Mixado e masterizado pelo Paulo Anhaia

Participação especial de Digão (Raimundos) em "Toda puta mora longe" e de Benito di Paula em estúdio tocando piano em "Última partida de bilhar". DVD (21 músicas)






Veja também:





Paulão de Carvalho (Velhas Virgens) - Entrevista "Magazine e tributo ao Kid Vinil"










"Uns Drinks"

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Camisa de Vênus ao vivo no Estúdio Showlivre



Programa Estúdio Showlivre
Apresentação: Clemente Nascimento
Data: 14/07/2017


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365 divulga faixas novas


Com nova formação, a banda paulistana 365 divulga faixas novas para turnê em 2017.

Formação:
Ari Baltazar (guitar)
Miro de Melo (vocal)
Muniz (bateria)
MN Junior (baixo)


"1 2 3 Talvez Não "



"Em Outro Lugar"




Veja também:


Ari Baltazar e Miro de Melo - Entrevista "A volta do 365"
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Jubarte Ataca - Entrevista "Surf Music e Trilha Sonora"


Programa Vitrola Verde
Direção, imagens, reportagem, pauta e edição por Cesar Gavin.
Vinheta Vitrola Verde: "Rock" (Mario Fabre)
Foto: Débora Ramos
Convidado: Banda Jubarte Ataca, de Mossoró (radicada em Natal / RN).

Os rapazes comentam a Surf Music, trilha sonoras de filmes e o álbum "Falso +4", lançado pela Baratos Afins.

"Surf Music e Trilha Sonora"

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Camisa de Vênus no programa Todo Seu

Camisa de Vênus com Ronnie Von - Foto: divulgação

Todo Seu (TV Gazeta), apresentado por Ronnie Von
Data: 13/07/2017

A banda Camisa de Vênus, liderada pela lenda viva do rock nacional Marcelo Nova, celebra no palco do TODO SEU seus 37 anos de carreira de muito rock’n’roll nas veias.


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Os Paralamas do Sucesso - Sinais do Sim (Lyric Video)




Os Paralamas do Sucesso divulgam novo single, “Sinais do Sim“, que foi lançado no dia 13 de julho, Dia do Rock!

Sinais do sim
(Bi Ribeiro / Herbert Vianna /João Barone
Produzido por Mario Caldato Jr
Universal Music

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Maurício Barros (Barão Vermelho) - Entrevista no Vitrola Verde

Cesar Gavin e Maurício Barros

Programa Vitrola Verde
Direção, imagens, reportagem, pauta e edição por Cesar Gavin.
Gravado em 01/07/2017 no Tom Brasil (São Paulo - SP)

Convidado: Maurício Barros, tecladista do Barão Vermelho.

Neste episódio, Maurício comenta a sua volta como integrante do Barão e toda a sua trajetória gravando com o Frejat, Nando Reis, Cássia Eller, Os Paralamas do Sucesso, Gabriel O Pensador e Buana 4.


"Meus Bons Amigos" 




Curiosidade

Neste episódio, Mauricio Barros, comenta sobre os bastidores do álbum "Puro Êxtase" (Barão Vermelho) e desentendimento entre o percussionista Peninha e o produtor Memê.

No ano passado, Memê comentou em sua rede social o falecimento do Peninha (decorrência de um choque hemorrágico no estômago) e citou a "suposta desavença"


"Como passaram-se quase 20 anos e a internet naquele tempo não era desenvolvida como hoje, muita gente não sabe que eu produzi o penúltimo disco de estúdio do BARÃO VERMELHO, o inesquecível PURO ÊXTASE, que alem da brilhante faixa título, trazia tambem o super-hit clássico POR VOCÊ. Registro feito, já posso explicar o que quero :

Foram quase 6 meses de trabalho pois a idéia não era simples: Eu precisava achar uma forma de misturar o som da banda com os meus "artefatos" eletrônicos sem descaracterizar a música que o BARÃO já fazia há anos...ou seja: TROLHA !! Felizmente, como sabemos, o disco deu certo e as músicas são cantadas e tocadas até hoje.

Uma das dificuldades surgidas foi manter a paciência de todos para com o meu método de trabalho, que era literalmente diferente do deles. Uma banda entra em estúdio, cada um pega seu instrumento, contam 1,2,3 e....TOCAM ! Pronto. Tá gravado. No meu método é tudo ao contrário: Primeiro eu programo a bateria, edito, depois gravo os acordes da musica por cima, edito, aí entro com o baixo, ouço, edito aqui e ali, etc,etc. Isso (claro) gerou uma tensão de vez em quando, e o mais afetado emocionalmente acabou sendo o PENINHA, que não se conformava com o método "eletrônico" e toda hora soprava no meu ouvido: -"É banda, mano...BANDA !"

O inevitável aconteceu: Houve um momento em que eu já estava tenso também porque minha intenção era fazer um bom trabalho, mas a grande verdade é que eu JAMAIS havia trabalhado com banda até aquele momento, somente artistas solo, e comecei a me preocupar com o andamento da gravação...e com o "soprar" do PENINHA no meu ouvido. Porém, num certo dia em que eu estava programando a bateria de PURO ÊXTASE (que em estúdio foi magistralmente dobrada por Guto Goffi) chega o PENINHA mais uma vez no meu ouvido, só que dessa vez por outra razão :

-" Mano, tá muito reto isso."

Pronto, ali já entrei num estado entre o puto e o tenso.

-" Tá Peninha ? O que vc sugere ???"

-" Só uma coisinha: Bota uma outra caixa aqui, entre o 1º bumbo e a 2a caixa, só que meio deslocada pra dar um swing, mano...senão fica duro."

Hmmmm...coçei a cabeça:

-" Tá. Tá aqui ó. Bota aí".

Ainda meio azedo, Dei a ele um outro som de caixa e...BUM !!! O "sol se abriu" como num passe de mágica !

Foi ele botar a caixa ali e a música virou o que virou ! Uma nota...apenas uma nota o FDP botou, e fez com que todo mundo dançasse até hoje. O mano era foda. E pra completar, ele tocou no meu disco favorito de Lincoln Olivetti e Robson Jorge. Éramos moleques perto dele.

Agora eu já aprendi : "É BANDA, MANO...BANDAAA" !!

Descanse em paz, queridão...aliás...paz é o caralho, vai começando a bagunça aí que quando eu chegar quero entrar pra banda !!
Meme.


Link da postagem:
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Camisa de Vênus - Ao Vivo (DVD)



Camisa de Vênus - Ao vivo
Som Livre, 2004
Dirigido por Marcio Meirelles e Claudio Jardim
Direção de Núcleo - Aloysio Legey

Marcelo Nova - voz
Karl Hummel - guitarra
Gustavo Mullen - guitarra
Lu Stopa - baixo
Johnny Boy - guitarra, piano e orgão
Denis Mendes - bateria




O baixista Lu Stopa comenta a gravação do DVD no programa Vitrola Verde

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Fernando Magalhães e o Barão Vermelho

Fernando Magalhães - Foto: Cesar Gavin

O guitarrista do Barão Vermelho, Fernando Magalhães, publicou em sua rede social (Facebook) como foi a sua entrada na banda. 

Neste ano, o Barão completa 35 anos de estrada!

Leia:

"O meu relacionamento com o Barão vermelho começou em 1983, tocando com o guitarrista e cantor carioca, Zé da gaita, no seu projeto Zé Who. Junto com Roberto Frejat e Guto Goffi. Fiquei amigo destes rapazes, desde então, mas só voltei a ter contato com eles em 1985, quando o Cazuza deixou o Barão, para seguir em carreira solo. Este rapaz, Guto Goffi, foi quem, lembrou de mim, para trabalhar com o Barão, na fase que se iniciava, com o Frejat nos vocais. 

Aceitei o convite, de bate e pronto, e aqui estou, por 32 anos. 

Obrigado meu amigo, pela confiança que você teve e tem até hoje, com a minha pessoa. Eu te amo e adoro tocar com você e com os rapazes, isto se tornou a minha vida.👊❤️"

Veja a matéria na rede social


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Lobão - Entrevista no Pânico

Lobão - Divulgação

Se tem uma coisa que Lobão não esconde é sua sinceridade. O músico esteve no Pânico na Rádio desta quinta-feira (6) e mandou a real sobre as músicas brasileiras que têm feito sucesso recentemente. Ele deixou bem claro que cantores com visibilidade internacional, como Anitta e Wesley Safadão, sequer cruzam os seus ouvidos.

“Eu me recuso a ouvir Anitta e Safadão. Me recuso a saber dessas coisas e não quero saber, não tenho curiosidade. Meu cérebro não é penico, isso é poluente”, disparou. “A música brasileira evidencia os piores defeitos como se fossem qualidades, por isso desprezo profundamente”, explicou.

Lobão ainda fez um paralelo entre o desenvolvimento do Brasil e a musicalidade do País. “O rock é um termômetro para saber se o país está com um pé na civilização ou não. Se o país é desenvolvido, tem uma cultura de rock e o Brasil não tem cultura de rock, por isso é subdesenvolvido”, falou. “

A música brasileira fala do malandro, do rebolado, da Carmen Miranda. É só isso que temos em mente e por isso que o país não sai do lugar”, defendeu.

Se autointutilando “sócio fundador dos anos 80”, Lobão foi convidado para escrever um livro sobre o rock da época e, daí, surgiu o “Guia Politicamente Incorreto dos Anos 80 pelo Rock”. Nele, o músico “disseca as letras das bandas” e escolhe as melhores que, para isso, têm que ser boas sem as melodias. “Precisam ser poemas”, explicou.

No guia, ele também faz um panorama da história do rock, que vai desde 1976 a 1991, e ainda relembra histórias marcantes, como a briga que teve com Herbert Vianna, que causou tumulto no mundo da música. Lobão admitiu que usou o espaço do livro para pedir perdão ao vocalista do Paralamas.

“A minha reação de suspeitar que ele estava me copiando causou rusgas e todo o meio musical tomou partido. A maioria ficou do lado dele e eu fiquei como o drogado e paranoico. Mas no final digo que, apesar das rusgas, admiro a capacidade de sobrevivência dele e reconheço os discos dos Paralamas, que fiquei emocionado quando ouvi [para o livro]. Por isso peço misericórdia a ele caso eu esteja errado”, falou.

Brevemente, Lobão ainda traçou uma linha do tempo do rock e destacou as principais diferenças do gênero entre os anos 70 e 90.

Para ele, os anos 70 trouxeram “grandes músicos de estúdio", mas que usavam os mesmos arranjos. “Quando ligava o rádio era o mesmo som”, concluiu. Nos anos 80, bandas como Paralamas do Sucesso e Legião Urbana “sofreram interferência” de bandas gringas e isso foi necessário para a época. “Era proibitivo fazer uma coisa meio brasileira porque a plateia ficava puta que queria rock”, disse. Enquanto isso, nos anos 90, grupos como Planet Hemp, Raimundos e Charlie Brown trouxeram a brasilidade e apesar de serem “muito inferiores intelectualmente, eram melhores musicalmente”.


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Rodrigo Santos - Entrevista "De Front com o Barão Vermelho"



Programa Vitrola Verde
Direção, apresentação, imagens, reportagem e edição por Cesar Gavin.
Gravado em 01/07/2017 no Tom Brasil (São Paulo - SP)

Convidado: Rodrigo Santos - baixista, compositor e cantor. Além da carreira solo, integra o Barão Vermelho e o Call The Police.

Cesar Gavin e Rodrigo Santos

"De Front com o Barão Vermelho" 

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