quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Cazuza - Show holográfico


Espetáculo gratuito no Parque da Juventude com projeções do cantor, canções inéditas e tributo com participações de Paulo Ricardo, Gal Costa e parceiros.
Data: 30/11/2013
Local: Parque da Juventude - São Paulo

Quem acompanhará o holograma de Cazuza e apresenta outros sucessos do cantor, é a banda formada especialmente para a ocasião: Guto Goffi, Rogério Meanda, Nilo Romero, George Israel, Leoni e Arnaldo Brandão
(Foto: Jodele Larcher/Divulgação)

"Brasil"




"O Tempo Não Pára"

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Carlos Eduardo Miranda - "Gravadora Banguela, Titãs e bandas dos anos 90" no Vitrola Verde

Carlos Eduardo Miranda e Cesar Gavin

"Eu virei um soldado do Skank no começo de carreira deles. Fiz por prazer"

`Programa Vitrola Verde
Direção e apresentação: Cesar Gavin
Fotografia: Marcelo Panda
Trilha de abertura: "Rock" (Mario Fabre)

Nesta primeira parte, o produtor musical Carlos Eduardo Miranda comenta sobre seus trabalhos de diretor artístico junto com os integrantes do grupo Titãs na gravadora Banguela, que lançou grandes nomes dos anos 90 como Raimundos, Mundo Livre S/A, Maskavo Roots, Little Quail And The Mad Birds, Kleiderman, entre outros.


Miranda relembra também sobre o período que empresariou o grupo Sepultura e como foi ser uma espécie de agitador cultural de várias bandas no rock brasileiro.





Links relacionados: 

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Nando Reis no programa Paulo Miklos Show

Nando Reis e Paulo Miklos - Foto: divulgação
Nando Reis em entrevista comenta o lançamento do disco "Sei" e a sua passagem pelo grupo Titãs.

Apresentação: Paulo Miklos
Mix em 2013


quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Sioux 66, o Hard Rock brasileiro - Entrevista no Vitrola Verde

Bento Mello, Cesar Gavin, Igor Godoi e Fabio Bonnies
Programa Vitrola Verde
Ano: 2013
Direção e apresentação: Cesar Gavin
Fotografia: Marcelo Panda
Trilha de abertura: "Rock" (Mario Fabre)

Os rapazes da banda Sioux 66, que vem despontando com repertório próprio cantado em português. Lançaram recentemente o álbum "Diante do Inferno" pelo WikiMetal Music.

Bento Mello (guitarra), Igor Godoi (voz) e Fabio Bonnies (baixo e backing vocal) falaram sobre os shows, gravação do disco, histórias do Rock e claro, suas influências.

Saiba também como foram as participações de Andreas Kisser (Sepultura) no disco e do cantor Ariel (Invasores de Cérebro) atuando como um político famoso no clipe "Porcos".




quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Cantora Claudia Gomes fala sobre a volta da banda Vega

Foto: Natália Pepe

Entrevista para Cesar Gavin
Blog Vitrola Verde em 2013

"Vontade louca que estamos de subir ao palco, vontade que foi se multiplicando esses anos"... (Claudia Gomes)



A banda Vega está de volta! Deram um tempo dos palcos por dois anos. Formada em 1999 por Claudia Gomes (voz), Caio Mancini (bateria) e pelos também integrantes do Ultraje a Rigor Mingau (baixo e vocal) e Marcos Kleine (guitarra), a banda teve vários sucessos nas novelas da Record e SBT, além de ótimas execuções nas rádios com "Flores do Deserto", "Vozes de Uma Dor" e "Essa Falta".

Conversei com Claudia Gomes sobre o retorno da banda e as novidades que estão por vir. Confira!

Cesar Gavin:  Você pode adiantar o que vem de novidades por ai?
Claudia Gomes: A Vega decidiu fazer uma pausa por tempo indeterminado quando percebemos que não conseguíamos nos dedicar a esse trabalho como ele merecia e como gostaríamos. Mas esse tempo todo, só nos mostrou o quanto a banda é especial e necessário pra gente. É a nossa cara! São as nossas músicas e principalmente estamos fazendo o que amamos! Tem muita coisa boa vindo aí. Primeiro, é essa vontade louca que estamos de subir ao palco, vontade que foi se multiplicando esses anos. Segundo, temos dois projetos interessantes que vamos deixar acontecer antes de anunciar, mas pode esperar, músicas novas, boas parcerias e a Vega mais conectada do que nunca.

Cesar Gavin: Como foi este período na sua carreira durante a parada da Vega?
Claudia Gomes: A principio fiquei muito perdida e triste. A Vega tem muito de mim e é complicado se distanciar e aceitar o fim de algo que você acredita demais. Continuei trabalhando no que já vinha fazendo há anos, gravações de jingles, apresentações em vários eventos, shows corporativos, gravando músicas pra fora e estava também em cartaz no teatro Maksoud Plaza, com a peça “Emoções que o tempo não apaga”, musical que eu amava fazer. Músicas lindas, bons músicos e o lugar que dispensa comentários.


Vega - Foto: Natália Pepe

Cesar Gavin: Como está o processo das composições? Tem parcerias?
Claudia Gomes: Estamos compondo juntos, com e sem parcerias. Procuramos trazer ideias novas, temas diferentes. Acreditamos na soma de ideias, então tudo que vem pra somar é bem aceito.

Cesar Gavin: Previsão de lançamento?
Claudia Gomes: Teremos um show em dezembro pra marcar esse retorno. O site está praticamente pronto e como hoje tudo é via web, estamos preparando ele de uma forma que seja bem dinâmico e que possamos sempre trazer novidades.





segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Entrevista com Adriano Grineberg - Lançamento de CD com Blues inspirado nas raízes africanas

Divulgação -  Foto: Javalim Blues

Por Cesar Gavin

"Senti a necessidade de mostrar o lado solar do Blues, suas variações e a herança ancestral da África"...  (Adriano Grineberg)

Eu costumo dizer que Adriano Grineberg está sempre um passo à frente da realidade atual da música brasileira. Ele é um artista completo! Pianista, cantor e compositor. Um showman. Já tocou com nomes consagrados do Blues como Magic Slim, André Christhovam,  Irmandade do Blues, Blue Jeans, JJ Jackson, Nasi, além de apresentações ao lado de Corey Harris, Big Time Sarah , Shirley King (filha de BB King), Deitra Farr, John Pizzarelli, entre outros.

Nos últimos vinte anos ele tem feito viagens e pesquisas pela África e Índia,  e foi se aprimorando em misturar ou testar o Blues com as vertentes da World Music, pois é autor de nove CDs do gênero em parceria com o guitarrista Edu Gomes (veja entrevista  no Vitrola Verde logo abaixo em links relacionados).

Em "Blues For Africa", Grineberg apresenta um disco emblemático com contexto cultural, histórico artístico e social, reunindo tradição, renovação e releituras de composições que combinam elementos modernos às batidas tribais no Blues, Gospel de New Orleans (Estados Unidos), Mambo e  Reggae, combinados à pluralidade de expressões da África. Estas descobertas vem com Blues cantado em seis línguas de oito países (África do Sul, Mali, Zâmbia, Quênia, Nigéria, Brasil, Jamaica e Estados Unidos). O repertório foi baseado em  letras que falam em mensagens de paz, acolhimento e gratidão, escolhas que o possibilitou incluir clássicos de Ray Charles, BB King, Jerry Lee Lewis, Bob Marley e citações de mestres da música brasileira como Pixinguinha e Luis Gonzaga.

Confira a entrevista que fiz com ele.

Cesar Gavin: Como surgiu a ideia de buscar as raízes africanas do Blues?
Adriano Grineberg: Há bastante tempo tenho pesquisado a música étnica e folclórica de muitas partes do mundo, em especial da África e da Índia, locais onde já estive em três oportunidades, tendo contato com a música e cultura (gravei um CD de mantras que faz uma fusão com a música brasileira em parceria com o Edu Gomes e o Edson Aquino chamado "Vera Mantra" lançado em 2004 na Índia). Como as pessoas sabem, tenho uma relação com o blues de mais de vinte anos, mas ela jamais foi purista porque sempre o vi como uma "expressão", algo que transcende um gênero, época ou localidade. Tanto nos CDs de World Music que tenho em parceria com o Edu Gomes (são nove ao todo), como dentro do Blues, sempre senti a necessidade de ter uma expressão homogênea como artista e vim percebendo ao longo do tempo, que o Blues tradicional, o Soul, o Funk e o R'nB são linguagens que necessitam de um novo oxigênio, uma válvula de escape, porque são muito fortes e sempre estiveram no DNA de quase toda a música contemporânea. Percebo que principalmente nas últimas décadas esses gêneros foram esgotando as suas possibilidades de inovação, foram se tornando cada vez mais presas dentro de um estereótipo. Senti a necessidade de mostrar o lado solar do Blues e suas variações, e a herança ancestral da África. Foi a força motriz que impulsionou esse anseio de mergulhar em algo ainda mais profundo do que as plantações de algodão, trazendo algo que vai além da música. Tenho visto esse projeto como uma conclusão e um novo ponto de partida na minha carreira e na minha expressão como pessoa e artista. Após concluído, sinto que a fonte de pesquisas e formas de traduzir isso é inesgotável e o "Blues for Africa" é apenas o começo de outros projetos que virão futuramente.  

Cesar Gavin: Teve algo que te surpreendeu em sua pesquisa?  
Adriano Grineberg: Acho que o que mais me impressionou foi ver a relação das modulações do Blues (bends) com os cantos da tradição islâmica, cada um à sua maneira específica, mas muito próximas. Isso se explica devido ao fato de o povo malê (do Mali) que abrange grande parte dos escravos que foram para a América do Norte terem recebido fortíssima influência da cultura islâmica, que dominou todo o norte da África nos séculos anteriores. Esse ponto de contato é facilmente observado quando ouvimos na atualidade os artistas de Mali e proximidades cantando e tocando o que hoje é chamado de "Desret Blues", uma das formas mais interessantes de expressões do Blues contemporâneo. Essas pesquisas que foram feitas, acabaram se expandindo e incluindo nesse reencontro a música de outros povos da África como zulu e iorubá, igbo, ketu e cantado em 6 idiomas de 8 países diferentes (Africa do Sul, Mali, Nigéria, Quênia, Zâmbia, Brasil, EUA e Jamaica), abraçando a pluralidade desse continente.

Divulgação -  Foto: Rei Santos

"O Brasil, a África e as Américas Central e do Norte formam um triângulo que abrange todas as expressões da África e suas extensões"

Cesar Gavin: Nestas suas descobertas, você conseguiu ver uma ligação da música brasileira com estas canções?
Adriano Grineberg: Certamente, O Brasil, a África e as Américas Central e do Norte formam um triângulo que abrange todas as expressões da África e suas extensões, eu diria que estando aqui no Brasil temos ainda uma maior conexão com essas culturas porque a África é muito presente no nosso estilo de vida, até para nós descendentes de europeus como também a cultura norte americana, talvez sejamos o ponto de encontro e fusão desses encontros. A tradição iorubá, muito difundida no Brasil é citada em duas faixas do CD (Olodumare e Jingoloba).

Cesar Gavin: Você teve algum feedback dos mestres do Blues sobre este projeto?  
Adriano Grineberg: Tive referências de alguns artistas que já toquei que foram me ensinado e me mostrando essas possibilidades, principalmente do Corey Harris com quem toquei e tive uma intensa, mas breve convivência em 2003, hoje para mim é a uma das minhas principais referências de como realizar essas "fusões" e reencontros de forma harmônica e verdadeira. Outro artista que me inspirou e me trouxe ensinamento na elaboração desse projeto foi o mineiro Marku Ribas (que faleceu no inicio desse ano), sem dúvidas o músico e cantor mais talentoso com quem já toquei, tinha um conceito de divisão rítmica e uma forma de expressar isso muito singular, além de ter vivido intensamente a África e suas expressões no período em que esteve exilado nos anos 70 e 80. Acho importante também citar o Ali Farka Toure (Mali) que não tive a felicidade de o conhecer, mas que também me inspirou muito.  
 
Cesar Gavin: Qual a experiência que você colheu deste trabalho?
Adriano Grineberg: Foi um trabalho que me aproximou de algumas impressões que com o tempo acabaram se tornando mais concretas no meu conceito. Foi algo que fiz com muito prazer, muita alma e coração num ambiente privilegiado ao lado da minha banda, dos convidados, produtores e engenheiros de som que sentiram e somaram na essência e mensagem do trabalho. As letras das músicas falam em geral em mensagens de paz, acolhimento, gratidão e isso de forma inevitável envolveu toda a energia do projeto. O trabalho é muito recente mas tem nos surpreendido com relação à receptividade do público que geralmente se levanta para dançar as músicas e se envolve de forma surpreendente. Hoje nosso show é uma mescla de todos os momentos de minha carreira e o que nos deixa felizes é fazer o Blues de uma forma universal onde as musicas africanas convivem com clássicos de Ray Charles, B.B. King e até Pixinguinha em citações de forma harmônica.





Informações do disco:
Artista: Adriano Grineberg
Álbum: Blues For Africa
Lançamento: 2013
Gravadora: Independente
Produzido e arranjado por Adriano Grineberg
Co-produzido por Pedro Marin, Daniel Lanchinho e Edu Gomes
Gravado no Cakewalking Studios

AG Quarteto
Adriano Grineberg - voz, piano, orgão, teclado, kalimba, escaleta e harmonium
Sandro Grineberg - bateria
Edu Gomes - guitarra, violão e efeitos
Rodrigo Jofré - baixo elétrico

Participações especiais:
Graça Cunha - voz
Fábio Sá - Baixo acústico
Vasco Faé - voz e gaita
Daniel Lanchinho - bateria
Rex Thomas - voz
Michelle Abu - percussão

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Bittencourt Project - Brainworms I


Independente, 2008


Bittencourt Project é um projeto paralelo criado por Rafael Bittencourt, fundador e guitarrista do Angra. Este projeto está lançando o seu primeiro álbum, Brainworms I, que conta com 11 faixas e bônus para o Brasil e Japão.

O título do álbum, cuja tradução literal seria “vermes cerebrais”, é na verdade um termo criado por neurocientistas para designar certos tipos de melodias que “grudam” em nossa memória e não conseguimos esquecer por algum tempo. Foi inspirado nesse tema que Rafael Bittencourt compôs o CD e montou este projeto.


Álbum na íntegra

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Sepultura (30 anos) com Paulo Xisto e Derrick Green no Vitrola Verde



Andreas Kisser, Cesar Gavin, Paulo Xisto, Derrick Green e Eloy Casagrande - Foto: Marcelo Panda
Ontem estive no coquetel de lançamento do novo álbum do Sepultura. O disco é mais um petardo com grandes riffs e timbres de peso, mantendo a tradição de uma das bandas mais importantes do Heavy Metal no mundo. "The mediator between head and must be the heart" foi produzido por Ross Robinson (o mesmo que produziu o lendário "Roots" da banda) e  será oficialmente lançado no dia 2 de outubro pela gravadora Substancial Music no Brasil e Nuclear Blast em todo o mundo.

Este álbum marca a estréia do baterista Eloy Casagrande que substituiu Jean Dolabella que deixou a banda em 2011. Além das músicas inéditas, o grupo regravou "Da lama ao caos", de Chico Sciense e Nação Zumbi, faixa que eles já tocam ao vivo há algum tempo.

Paulo Xisto, Cesar Gavin e Derrick Green - Foto: Marcelo Panda

Entrevistei Paulo Xisto (baixo) e Derrick Green (voz) num papo descontraído. Falamos sobre a gravação do disco, os trinta anos da banda, turnês e ainda a parceria Sepultura e Zé Ramalho que brilhou no último Rock in Rio.

Com vocês, Sepultura!



Links relacionados:

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Doc Mix - O Rock de Brasília



Na década de 80 Brasília ficou conhecida como a capital do rock. A cena cultural brasileira estava mudando de figura; jovens armados de guitarras procuravam novos sons e falavam de liberdade com letras diretas e brutas. Com o intuito de homenagear e mostrar às novas gerações a importância daquela década para o cenário musical do país, o “Doc Mix – Brasília” aborda a trajetória do fruto dos ideais revolucionários difundidos na Universidade de Brasília e da chegada dos primeiros discos de punk rock ao Brasil, mostra o surgimento das bandas embrionárias do estilo (Aborto Elétrico, Blitz 64 e Plebe Rude), o sucesso da Legião Urbana, do Capital Inicial e da Plebe Rude e a história dos grupos formados a partir da década de 90 (Raimundos, Maskavo Roots e Rumbora).  

O “Doc Mix” também traz depoimentos de Dado Villa Lobos (Legião Urbana), Fe Lemos (Capital Inicial), Dinho Ouro Preto (Capital Inicial), Alf (Rumbora), Philippe Seabra (Plebe Rude), Digão e Canisso (Raimundos), Paulo Marchetti (autor do livro “O Diário da Turma de 1976 – 1986 História do Rock de Brasília”) e do produtor Carlos Eduardo Miranda. Ao falar sobre a época que Brasília marcou de rock o Brasil, Fê Lemos diz: “A irreverência e a coragem do rock de Brasília foi e é exemplo, até hoje, para o rock e para a música no Brasil”. Quando o assunto é a inspiração que a cidade traz aos músicos, Dado Villa Lobos fala: “Com certeza se você viver em Brasília, vai fazer música diferente.”








quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Baranga - "O 5º dos Infernos"

Baranga - Divulgação / reprodução do site: http://barangarock.com.br


Realmente "O 5º dos Infernos" é um chute na cara!

Há muito tempo atrás...
Antes de escrever esta resenha, peço licença ao leitor para relatar uma curiosidade pessoal com o grande baterista Paulo Thomaz, um dos maiores aqui do Brasil que vi tocar. Pois desde criança frequento sua casa / estúdio, época em que ele tocava com o grupo Centúrias, uma das bandas precursoras do Heavy Metal do nosso país.

A primeira vez que ouvi Iron Maiden foi na casa dele. Ano de 1981, eu tinha 11 anos e estava com os bateristas Regis Tadeu e Charles Gavin. Ninguém sabia quem era Iron Maiden e o Paulão trouxe pra gente a raridade. Foi impactante! Olhem só o que virou a banda.

Anos mais tarde, em 1995, Paulão ajudou a produzir  uma demotape da minha banda Jacqueline que foi gravada no seu estúdio.

Vamos para o inferno!
Como diria, meu amigo Gastão Moreira (ex-VJ da MTV), é porrada na arelha, meu!  Realmente é um chute na cara, título da primeira faixa de "O 5º dos Infernos" (Voice Music, 2013) do grupo Baranga, que lança seu quinto álbum com puro Rock and Roll / Hard Rock cantado em português ou em brasileiro como eles mesmos dizem.


Sugiro você ouvir o disco bem alto a noite inteira até a cidade acordar. Destaque para a qualidade do som que foi produzido por Heros Trench e para a captação de áudio da bateria realizada por Marcello Pompeu, ambos integrantes do genial Korzus. Em "Limpa Trilhos" os timbres das guitarras de Xande e Deca e o baixo de Ricardo “Soneca” Schevano mostram o peso do som, que nos fazem curar das feridas da música popular que toca diariamente nas rádios nacionais.

Ouça sucessivamente!







quarta-feira, 25 de setembro de 2013

DVD com sons ao vivo e histórias dos inevitáveis da banda Tomada

Tomada - Foto: Victor Daguano

É possível fazer rock autoral independente no Brasil

O tempo passou, desde que Pepe Bueno (baixo)  montou a banda há treze anos atrás, que logo em seguida teve como frontman Ricardo Alpendre. Foram três álbuns lançados, muitos shows e histórias inevitáveis de uma tradicional banda de rock. A Tomada é diferenciada por ter um trabalho autoral, cantado em português e totalmente independente, motivo de sobra para ser uma das bandas de rock mais atuantes na Internet.

Tudo registrado com discos e doses, bares em que tocaram e histórias de vizinhos que tiveram seu sono interrompido, além de policiais que precisaram ser acalmados.

O DVD "XII – Estradas, Sons e Estórias na Terra do Rock Tupiniquim", lançado pelo selo Coaxo do Sapo é dividido em quatro partes. Contém um documentário sobre os anos de carreira do grupo, parte de uma apresentação em 2012 no Centro Cultural (São Paulo), todos os clipes realizados, e ainda um making of do terceiro CD, "O Inevitável".

Destaque para a faixa "Catarina" (Pepe Bueno, Ricardo Alpendre e Fabio Cascadura), uma das minhas preferidas que tem videoclipe e ao vivo numa versão mais acústica filmada no Centro Cultural São Paulo.

A formação atual da banda é Pepe Bueno (baixo) e Ricardo Alpendre (voz), Paulo Navarro (bateria), Mateus Schanoski (teclado) e Vagner Nascimento (guitarra).

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Sepultura e Zé Ramalho ("Zépultura") no Rock in Rio



Ontem foi o segundo dia de Heavy Metal no Rock in Rio. E mais uma vez o Sepultura mostrou que está um passo a frente da música universal. Misturou seu Speed Metal com o Folk Rock, Forró e MPB de Zé Ramalho, que gravou discos antológicos como os dois primeiros álbuns de títulos homônimos, "Nação Nordestina" e "Paêbirú" (este piscodélico e raríssimo ao lado do Lula Cortez).

Na primeira metade do show, o Sepultura tocou faixas do começo de carreira que fazem parte dos álbuns "Arise", "Chaos A.D." e "Beneath the Remains". Zé Ramalho entrou na metade do show para interpretar seus clássicos "Dança das Borboletas", Admirável Gado Novo", "Jardim das Acácias" e "Mote das Amplidões". Melodias preservadas com o peso das guitarras de Andreas, o grave do baixo de Paulo Xisto, a percussão de Derrick Green e a porrada da bateria de Eloy Casagrande.

Andreas intitulou o show como Zépultura, e foi ouvido em coro pela gigantesca platéia. Aí está a prova de que o Heavy Metal abre fronteiras e invade a música brasileira. Basta abrirmos a mente.
  
Data: 22/09/2013

Set list:
Dark Wood of Error
Inner Self
Propaganda
Dusted
Spit
The Hunt
(New Model Army cover)
Da Lama ao Caos
(Nação Zumbi cover)
A dança das borboletas
(Zé Ramalho cover) (with Zé Ramalho)
Jardim das acácias
(Zé Ramalho cover) (with Zé Ramalho)
Mote Das Amplidões
(Zé Ramalho cover) (with Zé Ramalho)
Em Busca do Ouro
(Andreas Kisser song) (with Zé Ramalho)
Ratamahatta
(with Zé Ramalho)
Admirável gado novo
(Zé Ramalho cover) (with Zé Ramalho)

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Nasi - Feitiço na Rua 23 (videoclipe)


O cantor Nasi divulga novo videoclipe do seu último álbum "Perigoso", lançado em 2013.


Música : Feitiço na Rua 23
Autores : Nasi e Nivaldo Campopiano
Concepção , roteiro , ilustrações, edição e direção : Flavio Meirelles




segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Mario Fabre no Vitrola Verde - Disco novo! Titãs, ZFG Mob e turnês



Programa Vitrola Verde
Direção e apresentação: Cesar Gavin
Fimado por Curta Ideia
Trilha de abertura: "Rock" (Mario Fabre)
Data: 2013

"Foi uma grande honra pra mim participar deste grande projeto e ter gravado ao vivo uma releitura desse disco que fez parte da minha vida..." (sobre CD / DVD "Cabeça Dinossauro Ao Vivo com os Titãs)

Mario Fabre e Cesar Gavin


Há três anos e meio tocando nos Titãs, o baterista Mario Fabre lança seu terceiro disco solo instrumental, o "11 8", acompanhado dos músicos Eric Budney e Zé Ruivo.

Neste episódio, Mario fala sobre família, comenta como foi a elaboração do novo álbum, gravação e composição e ainda conta
como anda sua carreira em uma das bandas mais importantes do Brasil, como foram a gravação do CD / DVD "Cabeça Dinossauro Ao Vivo" e as apresentações no Rock in Rio. Com todo o tempo tomado, ele está gravando o segundo disco da banda ZFG Mob ao lado de Edu Gomes e Fábio Zaganin.



terça-feira, 27 de agosto de 2013

Rock Rocket - Eu Não Morri De Overdose

Jun Santos - imagnes do videoclipe
Pra quem ainda não entende o Mod

Estreou ontem na MTV o novo videoclipe do grupo paulistano Rock Rocket "Eu Não Morri De Overdose" (Alan Feres), filmado em preto e branco na cidade de Paranapiacaba (SP).

O Rock Rocket é uma das bandas que mais se destaca no universo da música independente. Lança discos ótimos, vivem na estrada fazendo shows e ainda conseguem fazer esse belíssimo videoclipe, que foi dirigido pelo cineasta Kapel Furman. Nesta faixa, extraída do álbum "Rock Rocket III", o trio (Noel Martins, Alan Feres e Jun Santos) evidenciam suas influências do Punk, Pós-punk e ainda o Mod, uma cultura vivida pelos ingleses na década de 60 que tendenciava moda e música. Estilo muito bem representado pelas bandas The Who, The Jam e aqui no Brasil pelo Ira!. A motocicleta (scooter) usada por Jun Santos, integrante também da banda Modulares, é o estereótipo do verdadeiro Mod.

Deixemos rótulos e modas de lado para assistir a mais uma pérola dos Rockets!





terça-feira, 20 de agosto de 2013

Raridade do Ira! - Mingau no baixo em 2000


Por Cesar Gavin

Mais uma raridade do grupo Ira!. Dessa vez foi o baixista Mingau (Ultraje a Rigor) que me forneceu gravações inéditas.

Mingau - Arquivo pessoal do artista

Em 2000, o Ira! estava em turnê com o álbum "Ao Vivo MTV" e o Gaspa (baixo) adoeceu e não pôde cumprir parte da agenda do grupo. Em seu lugar, os meninos da Rua Paulo chamaram então o Mingau para substituí-lo e fazer cerca de 20 vinte shows dessa turnê. Logo depois, nosso amigo Gaspa voltou e assumiu eternamente o baixo de uma das maiores bandas de rock brasileiro.





O registro de cinco faixas desse período está abaixo! Uma joia rara!
  1. Coração
  2. Brand Nwe Cadillac (The Clash)
  3. Como os Ponteiros de um Relógio
  4. Dias de Luta
  5. Vida Passageira













segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Behind the Music - Paralamas do Sucesso

Behind the Music - Paralamas do Sucesso
Exibido no canal VH1 em 2008

Documentário que conta toda a história da banda.
Direção: Ricardo Whately e Felipe Macedo
Edição e Finalização: Daniel Belotti e Victor Cohen



Sobre
Documentário que mostra os bastidores e a vida por trás de bandas famosas,  produzido pela primeira vez no Brasil. A VH1, canal de cultura pop, música e entretenimento, estréia no dia 29 de novembro o Behind The Music Os Paralamas do Sucesso, sua primeira produção local com formato de longa duração. Vinte e seis anos de rock e 19 discos lançados serão retratados em um especial de uma hora, às 22h, sob direção de Ricardo Whately, da MZ Filmes, empresa parceira do canal na concepção desse projeto. "Depois de termos criado o "TOP 20", nosso programa 100% nacional, é uma honra o canal Vh1 continuar a produzir localmente tendo o Paralamas do Sucesso como a banda inicial de um projeto tão grandioso", diz Jimmy Leroy, vp de conteúdo do canal Vh1. O programa segue o formato de documentário e mistura cobertura de shows, arquivo pessoal dos integrantes, videoclipes, fotos e entrevistas com os integrantes da banda e convidados que fizeram parte do universo do grupo. Behind The Music Os Paralamas do Sucesso seguirá o mesmo caminho de outros BTM já produzidos pelo canal: "retrataremos a sua história desde o início até o presente, abrangendo o legado e a contribuição que eles vêm deixando na história da música brasileira", diz Whately.

Segundo Duda Leite, gerente sênior de produções originais do canal Vh1, por meio de imagens de arquivo inesquecíveis, com entrevistas dos músicos e pessoas a seu redor, cada edição empreende uma exaustiva pesquisa sobre fatos que envolvem a banda, com um relato profundo de acontecimentos dentro e fora dos palcos.

A VH1 já produziu mais de 200 diferentes edições de Behind the Music, formando assim uma inestimável videoteca para a história da música, com artistas como Lenny Kravitz, Madonna, Elton John, Sting, Genesis, Billy Idol, No Doubt, Duran Duran, Guns N' Roses, Bob Marley, Peter Tosh, The Cult, Sheryl Crow, Barry White, Sinead O'Connor, Def Leppard, Sinead O'Connor, Blind Melon, Blondie e Gloria Estefan.

O grupo Os Paralamas do Sucesso é composto pelo vocalista e guitarrista Herbert Vianna, por Bi Ribeiro no baixo e João Barone na bateria. Impulsionada pelos hits "Óculos" e "Vital e sua moto", o Paralamas engrenou sua trajetória musical, saindo da cena underground para ingressar no time de músicos do inesquecível festival Rock in Rio. Os anos 80 foram decisivos para a banda com o show no cultuado festival de Montreux e a turnê pela América do Sul. Já os 90 consagraram a banda na Argentina e foram marcados por parcerias com Carlinhos Brown, Djavan, Daniela Mercury, o argentino Fito Paez e o guitarrista inglês Brian May, do Queen. No final da década, a gravação do acústico MTV rendeu ao trio o Grammy Latino e uma turnê com shows lotados. Em 2001, uma tragédia pôs em risco não só a continuação do grupo como a vida de Herbert Vianna, após um acidente de ultraleve.

Dois anos mais tarde, os Paralamas voltaram à cena em uma apresentação histórica no programa "Fantástico", que será revivida na tela da VH1.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Nasi - Perigoso em LP


Coqueiro Verde / Midia4
Independente, 2013

Edição limitada! Vinil classudo e com som definido!

Com edição limitada, a gravadora Mídia4music em parceria com a Coqueiro Verde lança o último álbum do cantor Nasi em formato LP. Uma edição de luxo fabricada no exterior com vinil de cor exclusiva branca.

Este é o terceiro disco solo do cantor que contém dez canções. Dentre elas estão "Dois Animais na Selva Suja da Rua" (de Taiguara e que também foi gravada por Erasmo Carlos), “Não Há Dinheiro que Pague" (de Renato Barros) e  "As Minas do Rei Salomão" (de Raul Seixas e Paulo Coelho).

Foto: Cesar Gavin

O multi-instrumentista Johnny Boy (ex-integrante das bandas de Raul Seixas, Marcelo Nova, Camisa de Vênus e Ira!) além de ser co-autor em várias faixas, também assina a concepção musical junto com Nasi. O LP tem alta qualidade de som, mantendo vivo os arranjos elaborados das composições feitas junto com a banda de apoio que já acompanha o Nasi há alguns anos, além da participação de vários músicos convidados como o produtor Apollo 9 tocando moog. Outro destaque vai para os timbres que o guitarrista Nivaldo Campopiano (ex-Muzak) desenvolveu nas canções, valorizando sua influência dos anos 70, o que ficou nitidamente em "Ori".

Algumas letras falam da fúria de Nasi, como por exemplo na faixa título do disco: "Esses canalhas que me encheram de bolor / É uma piada, pois pra mim eles são nada / Eu agradeço o maldito pé que me pisou / Pois vi que tenho duas pernas pra firmar-me".

Salve a volta do vinil! A gente agradece!

Banda do Nasi:
Johnny Boy (baixo, guitarra, violão, piano, hammond, rhodes, clavinet, moog ee backing vocals)
André Youssef, integrante também do Tritono Blues (piano)
Nivaldo Campopiano (guitarra)
Evaristo Padua (bateria)

Onde comprar: http://www.media4music.com.br




quarta-feira, 12 de junho de 2013

Gaspa The Bass Player - Ao vivo no Centro Cultural São Paulo




Por Cesar Gavin (Blog Vitrola Verde)

Domingo passado teve jogo amistoso do Brasil x França. Preferi ir ao show do Gaspa The Bass Player no Centro Cultural São Paulo. Mais uma apresentação do álbum homônimo, lançado no ano passado, citado aqui no Vitrola Verde. Kid Vinil, o herói do Brasil, foi convidado para participar em três faixas ("Eu Não Consigo Ser Alegre o Tempo Inteiro", "Simca Chambord" e "Adivinhão").

Gaspa, desta vez, dividiu o repertório, tocando uma etapa com baixo acústico e na segunda parte com o seu tradicional baixo elétrico para interpretar suas próprias composições gravadas por ex-banda, o Ira!. Gaspa foi acompanhado de uma tremenda banda: Ricardo Alpendre (voz - integrante também de Gaspa e os Alquimistas e banda Tomada), Tata Martinelli (voz - integrante da banda da cantora Wanderlea e dos grupos Made In Brazil e Vermelho Tinto), Netto Rockfeller (guitarra e voz - integrante da banda do cantor Landau e da Blues the Ville), Mateus Schanoski (piano e teclado - integrante das bandas Tomada e Sympathy For The Blues), Bruno Marques (bateria) e ainda Ricardo Cunha (integrante também de Gaspa e os Alquimistas e Thunderbird e Os Devotos de Nossa Senhora Aparecida).

Tata Martinelli e Ricardo Alpendre

O que mais você precisa num domingo? Eu preciso de riffs. E hits!

Aqui está o registro que fiz desta apresentação!

"O Girassol"



"Eu Quero Sempe Mais"



"Núcleo Base" - Participação de Kid Vinil

terça-feira, 4 de junho de 2013

Asteróides Trio - Tributo Rockabilly ao Punk Nacional (CD)



Independente, 2013


Punkabilly: rockabilly + punk rock (brasileiro)

O Asteróides Trio, grupo formado em 2006 na cidade de Arujá (SP) acaba de lançar álbum que é um tributo ao rocakbilly com grandes nomes do punk brasileiro. Dentre os homenageados estão 365, Inocentes, Cólera, Detrito Federal, Fogo Cruzado, Replicantes, entre outros.

A banda é formada por Franco Kid (vocal e bateria), Cláudio Formiga (guitarra) e Weasel Rocker (baixo acústico). O disco foi produzido por Cleiner Micceno e Joe Marshall e conta com participações de Ronaldo Passos (Inocentes), Carlos Finho (ex-365), Ariel e Luiz Abbodanza (Restos de Nada).
 


sexta-feira, 31 de maio de 2013

A Entrevista - "Roberto Frejat"

Especial exibido na MTV
Ano: 1992


Especiais Roberto Carlos



Exibido na TV Globo

Wanderléa
Ano: 1978



Blitz
Ano: 1983



Erasmo Carlos
Ano: 1988



Titãs
Ano: 1997



Jorge Benjor
Ano: 2006



Rita Lee + Roberto de Carvalho + Beto Lee
Ano: 2008

Funk Como Le Gusta - "Roda de Funk"



(ST2, 1999)
Produzido por Bid, Bartolo e Evaldo Luna

Funk Fuckers, The - "Bailão Classe A"




(BMG / Plug, 1997)
Produzido por Gilberto Suzano, Edu K e The Funk Fuckers

Frenéticas - "Diabo a 4"




(Top Tape, 1983)
Produzido por Fernando Adour

* Reeditado em 2012 pela gravadora Discobertas por Marcelo Fróes

Frenéticas - "Babando Lamartine"



(Warner, 1980)
Produzido por Liminha e Sérgio Cabral
Arranjos: Cesar Camargo Mariano

Documentário: Punk Em São Paulo - Garotos Do Subúrbio'

Ano: 1983
Direção: Fernando Meirelles


Especial: "Bandas de Garagem"

Bandas de Garagem exibido no Programa Repórter - Especial da TV Cultura.
Ano: 1989


Discoteca MTV: "RPM - Revoluções por Minuto"

Especial apresentado na MTV em 2007
Álbum: Revoluções por Minuto




Discoteca MTV: "Raimundos - Raimundos"

Especial apresentado na MTV em 2007
Álbum: Raimundos


Discoteca MTV: "Titãs - Cabeça Dinossauro"

Especial apresentado na MTV em 2007
Álbum: "Cabeça Dinossauro"

Discoteca MTV: "Os Paralamas do Sucesso - Selvagem?"

Especial apresentado na MTV em 2007
Álbum: Selvagem?

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Discoteca MTV: "Ira! - Vivendo e Não Aprendendo"



Especial apresentado na MTV em 2007
Álbum: Vivendo e Não Aprendendo


Discoteca MTV: "Engenheiros do Hawaii - A Revolta dos Dandis"

Especial apresentado na MTV em 2007
Álbum: A Revolta dos Dandis









Discoteca MTV: "Legião Urbana - Dois"

Especial apresentado na MTV em 2007
Álbum: Dois




Discoteca MTV: Lobão e os Ronaldos - "Ronaldo Foi Pra Guerra"

Especial apresentado na MTV no ano de 2007
Álbum: Ronaldo Foi Pra Guerra




Discoteca MTV: "Ultraje a Rigor - Nós Vamos Invadir Sua Praia"

Especial apresentado na MTV em 2007
Álbum: Nós Vamos Invadir Sua Praia



quinta-feira, 30 de maio de 2013